domingo, 2 de março de 2014

O DESAFIO DA GESTÃO DE PESSOAS NO SERVIÇO PÚBLICO



De uma forma em geral as administrações públicas tem sido pressionadas a tender as diversas demandas dos cidadãos nas suas mais diversas esferas quer seja estadual, municipal ou federal.
A sociedade possui diferentes expectativas para a gestão pública. Atender estas expectativas requer o desenvolvimento de competências e habilidades destes servidores resultando em um grande desafio a ser atingido pelos governantes.

Como o fator humano possui elevada participação na melhoria da qualidade do atendimento é necessário que os governos invistam, cada vez, mais na qualificação do servidor público, tal como é feito pela iniciativa privada.

É inevitável uma comparação entre o serviço público e privado e neste quesito há um grande desafio para o setor público, pois o administrador/ gestor é compelido a cumprir expressamente o que está determinado em lei. Desta forma a sua capacidade de resolução de problemas é extremamente limitada.

Com objetivo de facilitar o entendimento elaborei um quadro comparativo de gestão de pessoas entre o setor público e privado:



Nota-se que a administração pública não valoriza de uma forma adequada a área de gestão de   pessoas, como forma de desenvolvimento de seus quadros.

O quadro de servidores deve ser composto por funcionários que possuam conhecimentos técnicos a respeito de matérias especificas, além de um conjunto de habilidades e atitudes compatíveis com as atribuições que exercerão.

Acredito ser de fundamental importância a implementação de um processo de meritocracia no serviço público privilegiando-se a promoção de profissionais de carreira para os cargos de gestão.

Muito obrigado

02/03/2014

morganesantosrh@hotmail.com

www.morgansantos.com.br



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

OBJETIVOS DA APRENDIZAGEM CORPORATIVA





Observando os programas  de treinamento e aprendizagem nas empresas entendo ser de fundamental importância o alinhamento entre os objetivos individuais e os  da organização.

É de fundamental importância focar-se nos seguintes pontos:

- Quais os conhecimentos, habilidades e atitudes devem ser adquiridos para sustentar o negócio.

- Dimensionar o tamanho do GAP para ser diminuído através dos PDI - Programa de Desenvolvimento Individual.

- Validar os conhecimentos , habilidades e atitudes verificando se os mesmos são aplicados no dia-a-dia da empresa.É muito comum as empresas exigirem um determinada competência,sendo que a mesma não é aplicada rotineiramente.

-  Possuímos recursos internos que atendam esta demanda de qualificação? Caso contrário devemos buscar estes recursos fora da empresa.

- A responsabilidade pelo desenvolvimento individual dever ser compartilhada entre empresa e colaborador, sendo que a maior responsabilidade é do colaborador, ou seja, " você deve ser o gestor de sua carreira".

- Estimular o trabalho em equipe e compartilhamento de conhecimento. Neste ponto é de fundamental importância a sensibilizações do gestores para que estimulem a aproximação entre os diversos setores da empresa.

- O desenvolvimento de pessoas e sucessores é a principal meta de cada gestor.Se o subordinado cresce na empresa o gestor também crescerá, pois desta forma contribuirá para a perenidade do negócio.

- O programas de desenvolvimento devem levar em consideração nível de complexidade de cada função, bem como a missão do cargo. Desta forma será evitada a aplicação de treinamentos muito básicos e desestimuladores.

Entendo que as colaboradores  devem ser estimulados e acima de tudo desafiados para desenvolverem-se alinhados com a estratégia da empresa.



Muito obrigado.


19/02/2014



quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O QUE EXISTE  ALÉM  DOS SALÁRIOS


Ao fazermos o cálculo dos custos salariais quer seja para calcular os custos com a conta salários ou para comparativos com o mercado , é de fundamental importância considerarmos os custos dos benefícios, além do salário nominal .
Acho adequado utilizarmos o conceito de remuneração anual muito adotado pelos americanos somando-se todos os valores percebidos anualmente tais como : salário nominal x 12 + 13° salário+ bônus+ gratificações+ prêmios adicionais+ PLR e dividirmos o resultado por 12. A resultante desta equação representa um salário mensal. A partir deste momento temos condições de compararmos com o mercado dentro da mesma metodologia de cálculo.
Agregando a esta equação podemos considerar os benefícios tais como : previdência privada,veículo, gasolina, plano de saúde, plano odontológico,  seguro  de vida, vale transporte, auxilio educação, vale restaurante, vale refeição, etc.
Logo,
                                     

Desta forma poderemos calcular o percentual dos benefícios sobre o salário nominal e iremos perceber que este impacto é bastante relevante.Na realidade este é o comparativo que as áreas de remuneração das empresas devem fazer , pois é a conta que o acionista faz ou que o governo faz no caso de empresas públicas.
Também é o comparativo que o colaboradores devem fazer quando  analisam uma eventual proposta de emprego. Tenho percebido  que muitos profissionais aceitam propostas de emprego analisando puramente  salário nominal não levando-se  em consideração a remuneração total exemplificada acima.
Outro ponto a ser analisado é o nível de coparticipação do colaborador nos benefícios  concedidos pela empresa.Exemplificando : se uma empresa cobra a coparticipação de 25% em consultas exames nos planos de saúde  e a outra empresa não cobra pode gerar um desequilíbrio  favorável ou desfavorável  para  o colaborador.
De posse destas informações as empresas poderão fazer campanhas de valorização dos benefícios concedidos aos colaboradores gerando um nível de engajamento maior  e os colaboradores poderão analisar o total de sua remuneração de forma adequada.

Muito obrigado.
13/02/2014


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

2014 ,O ANO DOS NEGOCIADORES



A onda de manifestações que eclodiu no Brasil  mês de junho do ano de 2013, alertou para o fato de que o povo tomou consciência de que paga muito em termos de tributos e recebe uma contra partida de má qualidade por parte do Estado  de uma maneira  em geral.

Neste momento estas manifestações voltaram de uma forma mais branda com  a paralisação dos rodoviários em Porto Alegre, funcionários do correio em nível nacional,  black out dos trens da Linha Vermelha do Metrô de SP no dia de ontem, apagão no Brasil, etc.

A minha intenção não é a de fazer uma análise política e social destes acontecimentos, mas com  a continuidade inevitável destas manifestações, pelo menos até a Copa do Mundo, será de extrema importância que exímios negociadores tomem a linha de frente em ambos os lados para que se avance no campo das ideias, e para que os  conflitos sejam dirimidos .

Dentro deste contexto entendo que a competência de negociação assume um papel fundamental neste quadro em que se encontra o Brasil neste momento. Penso que  trata-se de um situação similar a que vivemos no inicio da década de 1980 com o surgimento de CUT , CGT . Nesta época várias greves foram realizadas e grandes lideranças sindicais surgiram na época , tendo como   a mais representativa como sendo o Presidente Lula.

Acho de fundamental importância que tanto empresas privadas quanto órgãos públicos desenvolvam seus colaboradores na competência Negociação sob forma de estarem mais preparadas para os tempos vindouros.

Muito obrigado.
05/02/2014

domingo, 26 de janeiro de 2014

NÃO SEJA UM PROFISSIONAL DE MUITAS CERTEZAS



Estive pensando sobre um perfil de profissional que é o " Sr. sabe tudo" , com respostas prontas.  O leitor  com absoluta certeza deve lembrar-se de alguém com este perfil.

O profissional que possui as respostas prontas para toda e qualquer  situação perde uma grande oportunidade de aprender com os demais e acima de tudo em compartilhar conhecimento.

O fato é que todos nós temos uma imagem real (o que realmente somos) e uma imagem idealizada (o que gostaríamos de ser). O profissional com muitas certezas  acaba fixando-se na imagem do que ele "gostaria de ser" e não na que "realmente é". Talvez pelo fato de não se  agradar com sua própria essência.

Este tipo de comportamento profissional possui um efeito devastador nas equipes subordinadas a estes   gestores, uma vez que os mesmos  possuem como responsabilidade principal  o desenvolvimento de novos gestores.

Um bom gestor não destaca-se apenas pelo seu conhecimento técnico, mas sim pela capacidade que possui em desenvolver relacionamentos interpessoais genuínos e duradouros.

Podemos citar algumas características destes gestores:

·         Nunca reconhece o erro, sempre tenta por culpa em alguém;
·         Causa intriga na equipe e tem sempre uma teoria de conspiração;
·         Acha que sabe tudo;
·         Acha-se melhor que todos na equipe;
·         Entra em conflito com facilidade, é antipatizado por muitos;
·         É movido pelo reconhecimento, tendo necessidade de receber elogios o tempo todo;
·         No fundo é inseguro, mas não gosta de demonstrar.

Enfim, este tipo de comportamento tem sido o causador de grande parte dos conflitos nos times de trabalho independente do porte e segmento de atuação da empresa. Trata-se de um grande desafio para as áreas de Recursos Humanos.

Recomendo para estes profissionais um trabalho com um Coaching Executivo Empresarial.
Muito obrigado.
26/01/2014

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

O CUSTO DOS BENEFÍCIOS



Há uma nova ordem estabelecida no mercado relativa aos  planos de saúde onde o governo através da ANS ( Agencia Nacional de Saúde Complementar) busca estender a cobertura para um leque maior de doenças/moléstias, exames e tratamentos de uma forma em geral.Sob o ponto de vista dos planos de saúde corporativos é necessário dedicar uma atenção especial no que se refere as correções anuais, pois esta ampliação das coberturas fatalmente irá ocasionar um reajuste maior para as empresas e por conseguinte aos seus colaboradores.

A Lei nº 9.961/2000 atribuiu à ANS a responsabilidade de controlar os aumentos das mensalidades dos planos de saúde e este controle varia de acordo com o tipo de contrato de prestação de serviços de saúde (pessoa física ou jurídica) e com o motivo do aumento.

No caso dos planos corporativos os reajustes não são definidos pela ANS. Nesses casos, a Agência apenas acompanha os aumentos de preços, os quais devem ser acordados mediante negociação entre as partes e devidamente comunicados à esta Agência em até 30 dias da sua efetiva aplicação.Também é fato que o índice aprovado pela ANS acaba balizando os reajustes dos demais contratos.

O critério de correção anual dos planos  de saúde corporativos é resultado do binômio: índice inflacionário anual somado ao nível de sinistralidade.

O índice inflacionário pode ser o IGPM, INPC, ou algum índice inflacionário definido em comum acordo entre a empresa e a operadora do plano de saúde .

O índice de sinistralidade nada mais é do que o nível de utilização do plano por parte do seus colaboradores.

Entendo ser de fundamental importância que a área de Recursos Humanos das empresas estabeleçam um política de utilização do plano e acima de tudo acompanhem mensalmente o desempenho do plano, ou seja, o nível de sinistralidade.

Obviamente é importante que todos os colaboradores utilizem o plano e acima de tudo busquem uma utilização preventiva , com consultas e exames  regulares e acima de tudo praticando um estilo e vida saudável.

Este acompanhamento evitará um uso desordenado deste plano  e que poderá ocasionar  cancelamento do mesmo por parte da empresa ou até mesmo um custo mais elevado para o colaborador, pois a maioria dos planos há uma co-participação dos mesmos.

Uma análise  pode incluir :
- Número  de consultadas por colaborador mês/ano.
- Percentual de utilização por colaborador mês/ano.
- Custo per capita.
- Nível de utilização geral.
- Doenças com maior nível de incidência entre os colaborardes, etc, etc.

De posse destas informações  as empresas poderão adotar programas de qualidade de vida e promoção da saúde onde colaborador e empresa poderão percorrer uma longa jornada juntos.

Muito obrigado.
15/01/2014

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

QUALIFICAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA



QUALIFICAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA

É com tristeza que observamos a absoluta falta de gestão pública no Brasil nos seus mais diversos níveis, quer sejam: municipal, estadual e federal. O viés político das nomeações tem prejudicado sobremaneira a valorização dos profissionais de carreira, legítimos  entendedores dos processos e sistemas públicos , atrasando a profissionalização do setor público.

O produto final desta falta de capacidade é um sentimento generalizado do cidadão de que não há uma contrapartida do nível de serviço prestado pelo Estado com relação à elevada carga tributária do Brasil.

Na realidade, a balança está desequilibrada tendo na parte de cima a carga tributária e na parte de baixo o nível de serviço prestado.

Há um elevado número de ministérios, cargos de confiança, funções sobrepostas e um grande arranjo político, pois, do contrário,  o acesso ao poder não se configura.
Qualquer tentativa de melhora na gestão é "travada" por diferenças ideológicas, disputas partidárias, corporativismos dos políticos e dos servidores, fatores históricos e culturais e, acima de tudo, pelo sentimento de impunidade.

Tive a oportunidade de trabalhar em empresas européias onde meus colegas europeus afirmavam por diversas vezes que o Brasil é um pais jovem e que a Europa possui  1.500 anos a mais que o Brasil, onde as instituições estão mais consolidadas e o nível de consciência do cidadão é mais elevado. Espero não ser necessário aguardar  por mais 1.500 anos para ver mudanças no Brasil.

Fico pensando no nível de desmotivação de um servidor público por não poder realizar e implementar as melhorias necessárias . O sentimento de frustração deve ser muito elevado, mesmo que muitos gozem de estabilidade e de boa remuneração.

A realização profissional passa, fundamentalmente, pela oportunidade que o trabalhador tem de implementar melhorias, racionalizar processos, aprender e atualizar-se constantemente, ter acesso à informação e novas tecnologias e, acima de tudo,  agregar valor à sociedade.
Neste aspecto, entendo que o setor público pode aprender significativamente com a iniciativa privada aplicando-se alguns conceitos tais como meritocracia, programas  de metas, avaliações de desempenho, planos de  carreiras , programas de desenvolvimento etc.
Resumindo : Gestão por Resultados.

Talvez esta seja uma boa plataforma de governo.

Muito obrigado.
09/01/2014

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

O QUE ESPERAR DE UM LIDER EM 2014



Estamos chegando ao final de mais um ano sendo o momento  onde , inevitavelmente, nos dedicamos a refletir sobre três questões básicas:

1) Fazermos  um balanço sobre o que fizemos de bom do ano de 2013;

2) Refletirmos sobre  os pontos e/ou acontecimentos que não atenderam as  nossas expectativas em 2013 analisando oportunidades de melhoria ;

3) Planejarmos o ano vindouro.

Para que o ano de 2014 supere as nossas expectativas em todos os aspectos gostaria de sugerir aos gestores que trabalhem em três contextos  a saber:

a) Integridade: Aja com coerência alinhando o seu discurso com  a prática, e acima de tudo divulgue a sua equipe os valores nos quais você acredita.

b) Autenticidade: Pratique e viva diariamente de acordo com os valores divulgados. A sua equipe analisa constante sua atitude e comportamento.

c) Respeito: Respeite os indivíduos dentro e fora da organização de forma absolutamente genuína.

Agindo desta forma tenho certeza de que s resultados alcançados serão fantásticos.

Feliz Natal a todos com muita paz , saúde e amor.

23/12/2013

domingo, 15 de dezembro de 2013

A HORA DO ENCANTAMENTO



Estamos vivendo um  momento  de pleno emprego no Brasil onde a disputa por profissionais está bastante acirrada.Entendo que tão importante quanto recrutar e selecionar novos colaboradores é trabalhar para mantê-los engajados nas empresas.

O período de 90 a 100 dias após a admissão do novo colaborador é de fundamental importância para o seu prosseguimento nas empresas. É o período em que a empresa deve dedicar-se  a " encantar" este profissional analogamente ao que seria "'encantar o  cliente".

Devemos  compreender que toda a relação para ser duradoura  dever basear-e em confiança , sendo que confiança traduz-se  " cumprir com o que se promete" . Por isto é de fundamental importância que os selecionadores  informem ao candidato exatamente como é  cultura da empresa  e avaliem se o perfil do mesmo está em linha com ela. Qualquer tentativa de procurar forçar,adaptar ou até mesmo tentar convencer o candidato fatalmente resultará na não permanência do mesmo no novo emprego.

O processo de recrutamento e seleção é uma "  via de mão dupla " onde empresa e candidato fazem uma escolha mútua, ou seja, há que ser atrativo pra ambos.
Passado o momento da seleção e escolha do candidato inicia-se o processo de integração na empresa. Gostaria de sugerir algumas ações  simples e de baixo custo que facilitam o processo de inclusão do mesmo na equipe e empresa:

1) COMUNICAÇÃO AO DEPARTAMENTO: O Gestor deve informar aos colegas de equipe/departamento que um novo colega está sendo admitido, seu histórico acadêmico, profissional,educacional,e quais serão suas responsabilidades no departamento . Esta comunicação dever ser feita verbalmente.

2) COMUNICAÇÃO À EMPRESA: Pode ser redigido  um " comunicado" relatando as experiências do colega, formação, empresas em que trabalhou, data de admissão, cargo e foto. Pode ser enviado por e-mail a toda empresa, internet ou até mesmo afixar em quadros murais.

3) PRIMEIRO DIA DE TRABALHO:Apresentar  formalmente, o colega a equipe de trabalho, designar  um colega para orientar sobre a estrutura física do ambiente de trabalho, regras de convivência e convidá-lo a almoçar com a equipe para ir conhecendo os colegas .

4) PROCESSO DE INTEGRAÇÃO: Formalizar um processo de integração onde, fundamentalmente, o novo colaborador, seja apresentando aos principais departamentos em que terá interface de trabalho.  Nesta etapa deverá ser disponibilizado para leitura as políticas da empresa, código de ética, operacionalização de benefícios, etc.

5) ACOMPANHAMENTO  DO PROCESO DE INTERGRAÇÃO 45 DIAS: Importante o líder conversar com o  este novo subordinado em uma fase intermediária ao processo de efetivação, a fim de avaliarem como o novo colaborador está sentido-se na nova empresa e acima de tudo dar a oportunidade para que o mesmo  sinta-se a vontade para falar exatamente o que pensa. Esta fase é importantíssima para ambos, pois pode ser uma grande oportunidade para que a empresa e  o líder avalie sua forma de gestão e comportamento de sua equipe.

6) EFETIVAÇÃO 90 DIAS: Esta tarefa será por demais facilitada se  seguirmos os passo de 1 a 5, pois o  novo colaborador irá sentir-se " valorizado" e acima de tudo " respeitado" . A partir deste momento a possibilidade dele formar vínculos  com a empresa, liderança e colegas de equipe será muito maior.

Temos que ter em mente que gerir pessoas necessita envolvimento de todos e acima de tudo trata-se da maior responsabilidade de um líder. Se a equipe não performa , não é integrada e possui elevada rotatividade podemos ter certeza de  que ela não possui um bom líder.

Muito obrigado.
14/12/2013

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

RECIPROCIDADE PROFISSIONAL


A troca de informações entre profissionais ou benchmarking é uma prática de grande valia para as empresas e profissionais sob forma de manterem-se atualizados com relação ao mercado de trabalho, gestão, tendências, referências e informações corporativas de um forma em geral.

Há grupo de profissionais dos mais variados segmentos  com encontros presenciais, virtuais ( que cresceram muito com as redes sociais e Linked in) e grupos com sistemas de reuniões mistos, ou seja, virtuais com encontros presenciais a cada período de tempo.

Como todo grupo de pessoas há diversos tipos de comportamentos, desde os profissionais mais participativos até aqueles profissionais. com menor nível de participação.

Tenho observado que a reciprocidade nas trocas de informações tem reduzido consideravelmente, embora seja antagônico com a facilidade proporcionadas pelas ferramentas digitais vamos dizer assim.

Entendo que o principal motivo desta queda seja o grande volume de trabalho que os profissionais estão enfrentando em função das estruturas cada vez mais diminutas.A sobrecarga é evidente , reduzindo consideravelmente o tempo investido em atualização e contato profissional.

Dentro deste quadro de tempo restrito alguns profissionais estão relegando a um segundo plano a troca de informações ou até mesmo somente procuram outros profissionais quando possuem alguma  necessidade individual.

Entendo que o equilíbrio básico das relações em qualquer campo seja, profissional, familiar, sentimental , etc é baseada na reciprocidade.Desta forma sugiro que todo o profissional refleta se a sua reciprocidade profissional apresenta  uma situação de equilíbrio.

Faça sua reflexão e caso você não  esteja numa situação de equilíbrio não há tempo a perder: " invista em seu benchmarking agora".

Muito obrigado.

Porto Alegre 06  de Dezembro de 2013

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morganesantosrh@hotmail.com